Quem ele pensa que é? Eu hein...
Olá sou Seth Crinson. Sou
Co-Diretor da multinacional Crinson. Irei revelar um pouco da minha história.
Sou muito popular e sociável, afinal de contas isso é essencial no trabalho que
faço. Tenho cabelos castanhos e olhos azuis. Tenho um metro e setenta e três de
altura. Passo o dia atendendo telefonemas, saindo para almoçar, jantar, tomar
café e outras coisas com possíveis sócios. Graças a mim a multinacional tem
ganhado fama, prestígio e mais sócios. Sair com essas pessoas é irritante. Sou
formado em Letras, Artes Cênicas, Artes e em Publicidade.
Era oque? 7:00 am, 10:00 am, não
sei, mas eu já havia acordado a um tempinho. Infelizmente a bebida ontem fora
suficiente para me deixar de ressaca. Lee Anne, ela é muito bonita, é uma pena
que só tive chance com ela porque estava bêbada. Provavelmente ela ainda estava
dormindo, procuro por minhas roupas e as visto. Vou até o quarto de Lee e bato
na porta duas vezes, pedindo permissão para entrar.
** Acordo com uma dor de cabeça
terrível, estou vestindo meu pijama azul de ursinho, e uma camiseta branca...
alguém bate à porta... quem é? Não lembro se a Carmen veio hoje (Carmen é minha
empregada), mas ela já tem as chaves, e ela não tem os bons modos de bater à
porta... resolvo levantar para abrir, antes olho-me no espelho rapidamente,
estou horrível e despenteada, mas vamos lá**
- Quem é você? E o que faz aqui?
- Quando abro a porta vejo um homem lá... como assim? ... me afasto da porta,
vai que é algum assassino em série que arrombou meu apartamento?
- Você pediu para que eu não
fosse embora... ontem à noite, depois do que fizemos. - Disse ele analisando-a. Ela realmente não lembra de mim? - Nos conhecemos no bar ontem,
você me beijou e viemos para o seu quarto... depois aconteceu todo o resto. -
Sua expressão me perturbava, parecia que ela realmente não lembrava de mim.
- Eu fiz o que?! - Juro que sei, lá....
O que tava acontecendo? ... eu convidei um estranho pra minha casa, e fizemos
sei lá o que e agora eu não lembro dele? - Calma aí gurí, me explica isso
direito.
- Você me beijou lá no bar e me
pediu por mais, então viemos para cá e eu te dei o mais que você queria, no fim
me pediu para ficar, eu concordei te coloquei na cama e dormi no sofá. - Disse
ele constrangido. Ela realmente não se lembrava. - Não se lembra
de nada do que fizemos ontem?
- Ehhh... não. Mas... se te pedi
pra ficar, e você ficou, você não e um cafajeste. E se você dormiu no sofá não
é um possível estuprador maluco. Então eu acho que mereço saber seu nome e eu
lhe devo um café... desculpa por ta falando demais e sem pausa, é que tô
nervosa.
- Tudo bem. Sempre deixo mulheres
nervosas, estou acostumado. - Ele a olhou nos olhos e sorriu. - Bem, façamos as
apresentações durante o café. - Ele riu da jovem. - Obrigado por dizer que não
sou um cafajeste ou um estuprador.
- Pode não ser nenhum dos dois,
mas com certeza e um riquinho que se acha.
- Não julgue um livro pela capa.
- Ele passou a olhar para as roupas dela. - Aonde vamos tomar café? Starbucks,
talvez? - Perguntei e então soltei um breve riso. - Troque de roupa. Vamos
sair.
- Primeiro, você é para as
pessoas, o que você mostra para elas. Segundo, eu vou tomar um banho e
terceiro, você não manda em mim. - Entro no banheiro para tomar um banho.
- Ontem à noite, você me deixou
tomar o controle, fez tudo que mandei. - Ele riu baixinho e saiu da frente da
porta. - Vá tomar banho, só não demore muito. Se não entro lá e te tiro a
força, não posso me atrasar. – Disse em um tom, um pouco mais elevado.
** Quem ele pensa que é pra falar
comigo daquele jeito? Idiota. Vou para o banho, saio depois de vinte minutos.
Visto uma calça jeans, uma blusinha básica, prendo meu cabelo em um simples
rabo de cavalo, ponho meu perfume, e vou para sala, onde o homem esquisito me
aguarda**
- Bem na hora, vamos? - Perguntou
ele olhando o relógio. - Provavelmente já trouxeram meu carro.
- Trouxeram seu carro? - Pego
minha jaqueta.
- Pedi para meu motorista
trazê-lo até aqui. - Batem à porta do quarto e eu a abro. Um homem entrega uma
chave a mim e então vai embora. - Viu, trouxeram meu carro.
** Permanecemos a viajem calados.
Então, chegamos no café e nos sentamos em uma mesa**
Peço o de sempre e pisco para a
atendente, ela sorri atrapalhada e vai pegar meu pedido. – O que vai querer?
- Um cappuccino. - Percebo os olhares
e me sinto um tanto desconfortável.
- Okay. - Peço o Cappuccino da
garota e vou até a mesa. Dou uma última olhada para a atendente e sorri para
ela. - Vem sempre aqui?
- Essa pergunta foi para mim, ou
para a sua amiguinha de uniforme? - Digo bebendo um gole de minha bebida.
- Foi para você. - Disse agora
olhando para ela.
- Sempre passo aqui antes do
trabalho.
- Aonde você trabalha mesmo? - Perguntou
ele tomando um gole de seu café - Bem.... Pela sua aparência diria que é uma
modelo ou uma recepcionista muito gata.
- Engraçadinho. - Sorrio - Sou bibliotecária.
- Você está brincando né? - Disse
surpreso - Você não pode ser uma bibliotecária, é total desperdício de... total
desperdício de você. - Tomei mais um gole do café e acrescentei açúcar então digo.
- Açúcar?
- Não. Gosto de cappuccino
assim... Beleza não e tudo... inteligência conta muito.
- Claro que sim, mas você poderia
ser o que quisesse e escolheu ser uma bibliotecária. - Ele a olhou. - A é, devo
me apresentar. Meu nome é Seth.
- Suponho que já saiba o meu...
- Lee Anne, certo?
- Lee Anne. Certo. Que horas são?
Olho o relógio. 12:00.... Que
droga! Eu me esqueci das horas, estava super atrasado. Me levantei bruscamente
da mesa e olhei para a bibliotecária. Aproximei-me dela dando um breve beijo. -
São 12:00, já estou atrasado. Desculpa por não poder ficar.
- Tudo bem. Vai lá... preciso
trabalhar. – Espera aí, ele me deu um beijo na boca? Como assim? Cara invasivo,
eu hein...
Entrei no carro e pisei fundo no
acelerador para chegar o mais rápido possível na empresa.
** Fui calmamente para o
trabalho. Chegando lá... meu chef havia dito que devíamos mais tarde, daquele
mesmo dia, fechar contrato com uma empresa, que haveríamos de nos associar**
Entro na empresa apressado e
cumprimento a recepcionista com um sorriso, ela sorri de volta e fala com
alguém no telefone. Pego o elevador e apertei várias vezes o botão para que ele
fosse para o último andar.
** Organizo toda a papelada e os relatórios
que seriam demonstrados na reunião**
Pego minhas coisas, troco de
terno e saio para meu "encontro".
** Minha "parceira de
crime", Elayne, chega. Então nos locomovemos até a sede da empresa que
iríamos fechar contrato. **
Cheguei aos portões da sede. Os
guardas reconheceram meu carro instantaneamente e liberaram minha passagem. Estacionei
o carro e fui para a sala de recepção esperar meus convidados.
Continua...
§ E.S/K.R

Gosto muito de como a história flui, e temos uma noção mais geral da história pelos pensamentos dos dois personagens. Gostaria de descobrir, junto aos personagens, o desfecho da história. :3
ResponderExcluirMuita coisa pode acontecer daqui para frente...
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